Devemos falar do vinho, porque por enquanto só temos um. TERRUS é feito exclusivamente com uvas cultivadas neste terroir.
A colheita é uma festa, o culminar de um ano de trabalho continuado e atento. È feita à mão, normalmente num só dia, para caixas de 20kg. Transportadas de imediato para a zona de recepção as uvas são escolhidas, desengaçadas e caem no lagar.
A fermentação processa-se com pisa a pé e demora em média de 5 a 8 dias, dependendo da temperatura ambiente, do estado de amadurecimento e outros factores.
A colheita TERRUS 2005, a primeira a ser comercializada, estagiou 12 meses em madeira, antes de ser engarrafada na primavera de 2007. A produção foi de 2.600 garrafas.

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A oitava colheita desta vinha que atinge produção quase plena. Os métodos continuam manuais e tradicionais, com fermentação em lagar e pisa a pé.
2 burros e 5 ovelhas foram introduzidos na quinta, para consumir e controlar a vegetação, produzir estrume e ocasionalmente fazer uma lavra ligeira.
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Em 2000 Maria da Assunção e Christopher Foy começaram a replantação da vinha com o fim de produzir um vinho diferente e complexo utilizando castas tradicionais e usando alguma inovação. O sobrinho Francisco Montenegro é o conselheiro e enólogo responsável. A vinha apresenta-se em socalcos suportados por um grande número de muros de granito. Encontra-se na margem esquerda, ou seja Sul do rio Douro, a cerca de 10 km da Régua. Dentro do Baixo-Corgo fica no limite da região demarcada e já em zona de transição, beneficiando de invernos mais amenos, verões menos quentes e maior pluviosidade.
Fermentação feita nos originais lagares de granito, com pisa a pé. O edifício da adega, que já foi simultaneamente lagar de azeite e data do século XVIII, foi recuperado, renovado. Todo o equipamento, incluindo sistema de frio, permite vinificação em condições de higiene e modernidade. A colheita TERRUS 2011 Grande Reserva passou 18 meses em madeira antes de ser engarrafada em 2013, passando mais um mínimo de 2 anos de estágio na garrafa. Produção - 5.300 garrafas.
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Maria da Assunção Foy herdou a propriedade em 1999 e começou a recuperação em 2000. Replantou a vinha com o fim de produzir um vinho diferente e complexo utilizando castas tradicionais e usando alguma inovação. O sobrinho Francisco Montenegro, formado na UTAD em Vila Real, é o conselheiro e enólogo responsável. A vinha apresenta-se em socalcos suportados por um grande número de muros de granito. Encontra-se na margem esquerda, ou seja Sul do rio Douro, a cerca de 10 km da Régua. Dentro do Baixo-Corgo fica no limite da região demarcada e já em zona de transição, beneficiando de invernos mais amenos, verões menos quentes e mais pluviosidade.
A fermentação foi feita nos originais lagares de granito, com pisa a pé. O edifício da adega, que já foi simultaneamente lagar de azeite e data do século XVIII, foi recuperado, renovado. Todo o equipamento, incluindo sistema de frio, permite vinificação em perfeitas condições de higiene e modernidade. A colheita TERRUS 2010 Grande Reserva passou 18 meses em madeira antes de ser engarrafada na primavera de 2012, passando mais um mínimo de 2 anos de estágio na garrafa. A produção foi de 5.300 garrafas.
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Maria da Assunção Foy herdou a propriedade em 1999 e começou a recuperação em 2000. Replantou a vinha com o fim de produzir um vinho diferente e complexo utilizando castas tradicionais e usando alguma inovação. O sobrinho Francisco Montenegro, formado na UTAD em Vila Real, é o conselheiro e enólogo responsável. A vinha apresenta-se em socalcos suportados por um grande número de muros de granito. Encontra-se na margem esquerda, ou seja Sul do rio Douro, a cerca de 10 km da Régua. Dentro do Baixo-Corgo fica no limite da região demarcada e já em zona de transição, beneficiando de invernos mais amenos, verões menos quentes e mais pluviosidade.
A fermentação foi feita nos originais lagares de granito, com pisa a pé. O edifício da adega, que já foi simultaneamente lagar de azeite e data do século XVIII, foi recuperado, renovado. Todo o equipamento, incluindo sistema de frio, permite vinificação em perfeitas condições de higiene e modernidade. A colheita TERRUS 2008, a quarta a ser comercializada, passou um ano em madeira antes de ser engarrafada na primavera de 2010. A produção foi de 4.000 garrafas.
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Maria da Assunção Foy herdou a propriedade em 1999 e começou a recuperação em 2000. Replantou a vinha com o fim de produzir um vinho diferente e complexo utilizando castas tradicionais e usando alguma inovação. O sobrinho Francisco Montenegro, formado na UTAD em Vila Real, é o conselheiro e enólogo responsável.
A vinha apresenta-se em socalcos suportados por um grande número de muros de granito. Encontra-se na margem esquerda, ou seja Sul do rio Douro, a cerca de 10 km da Régua. Dentro do Baixo-Corgo fica no limite da região demarcada e já em zona de transição, beneficiando de invernos mais amenos, verões menos quentes e mais pluviosidade.
A fermentação foi feita nos originais lagares de granito, com pisa a pé. O edifício da adega, que já foi simultaneamente lagar de azeite e data do século XVIII, foi recuperado, renovado. Todo o equipamento, incluindo sistema de frio, permite vinificação em perfeitas condições de higiene e modernidade. A colheita TERRUS 2007, a terceira a ser comercializada, passou um ano em madeira antes de ser engarrafada na primavera de 2009. A produção foi de 3.700 garrafas.
Vendido pela produtora.
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Maria da Assunção Foy replantou a vinha com o fim de produzir um vinho diferente e complexo utilizando castas tradicionais e usando alguma inovação, aconselhada pelo sobrinho Francisco Montenegro.
A vinha apresenta-se em socalcos suportados por muros de granito, na margem Sul do Douro. Dentro do Baixo-Corgo fica no limite da região demarcada e já em zona de transição, beneficiando de invernos mais amenos, verões menos quentes e maior pluviosidade. A fermentação faz-se nos lagares de granito, com pisa a pé. O edifício da adega, que já foi simultãneamente lagar de azeite e data do século XVIII, foi recuperado e renovado, equipado com sistema de frio, permitindo vinificação em perfeitas condições de higiene e modernidade. A colheita TERRUS 2006, a segunda a ser comercializada, passou 12 meses em madeira antes de ser engarrafada na primavera de 2008. A produção foi de 3.200 garrafas. Esgotado.
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Maria da Assunção Foy herdou a propriedade em 1999 e começou a recuperação em 2000. Replantou a vinha com o fim de produzir um vinho diferente e complexo utilizando castas tradicionais e usando alguma inovação. O sobrinho Francisco Montenegro, formado na UTAD em Vila Real, é o conselheiro e enólogo responsável.
A vinha apresenta-se em socalcos suportados por um grande número de muros de granito. Encontra-se na margem esquerda, ou seja Sul do rio Douro, a cerca de 10 km da Régua. Dentro do Baixo-Corgo fica no limite da região demarcada e já em zona de transição, beneficiando de invernos mais amenos, verões menos quentes e mais pluviosidade.
A fermentação foi feita nos originais lagares de granito, com pisa a pé. O edifício da adega, que já foi simultaneamente lagar de azeite e data do século XVIII, foi recuperado, renovado. Todo o equipamento, incluindo sistema de frio, permite vinificação em perfeitas condições de higiene e modernidade. A colheita TERRUS 2005, a primeira a ser comercializada, passou um ano em madeira antes de ser engarrafada na primavera de 2007. A produção foi de 2.600 garrafas. Esgotado.